A compaixão abre espaço para um modo cuidador que existe dentro de você. E ele pode estar presente, não somente para o outro, mas para você também.
Pensa num farol. Não é ele quem remove a tempestade, mas ilumina o caminho quando tudo está escuro. Reduz o barulho do medo, acalma o corpo e ajuda você a pensar com mais clareza.
E atenção: não estamos falando de ser "bonzinho" consigo mesmo. Estamos falando de ter força para olhar de frente para o que dói, sem se atacar e sem fugir. Como um amigo interno que fala: "Aconteceu. Respira. O que a gente faz agora?"
Não é simples. Mas é um caminho que pode ser construído.
"Compaixão não é sobre se sentir bem o tempo todo. É sobre não se abandonar quando não está."
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